13/10/19

 

Bom dia, neste belo domingo no Rio de Janeiro, pouquíssimas nuvens e muito calor, tenho por hábito preparar o café para mim e minha mulher e somente pós isto me deter nas informações existentes na mídia não televisada, por motivos óbvios e enquanto a escuto, leio a s mensagens que me encaminham diariamente.

Eis que hoje recebi uma mensagem da Sra. Graziella, que omitiu que se não fosse a ação tomada pela APRUS não teríamos uma data senão por ocasião do término do julgamento, que realmente somente foi marcado após a ação de incidência de reclamação feita e aceita pelo desembargador.

Esclareço que na ação foram montadas todos as ocorrências, decisões de das instancias, impugnado o valor comentado pela AGU, com base em informação invalida da nota técnica 57 da diretoria de fiscalização da PREVIC, apontamentos de documentações do AERUS de reais valores homologados em juízo e transitada em julgado e inclusive a famosa defasagem tarifária também homologada em juízo, porém assediada por outros interesses estranhos, com os quais não concordamos , mas ansiosamente ambicionados pela "pretensa falência da VARIG" e "outros interessados"  

Mas chegando na fala da Sra Graziella peço que a escutem outra vez, pois se demonstra surpresa com a comunicação do Dr. Renato que não é um assessor do Ministro André  Mendonça e sim seu substituto desde que assumiram seus postos, no mesmos dia foi liberado o empenho que seguindo um trajeto de urgência tem grandes possibilidade de estar na conta do AERUS na segunda feira, vamos aguardar segunda feira, assim a tentativa de clima de desconfiança e tensão que é hábito da Sra Graziela criar quanto a isto não se preocupem, a minha palavra sempre foi uma só acreditem e tenham  .

Outro ponto que merece ser comentado e esclarecido foi a mensagem de que não tinham sido eles que haviam solicitado a análise do mérito que naturalmente deveria ser melhor analisado visto que o entendimento do que atendia a VARIG e TRANSBRASIL já havia sido aceito até razão da antecipação de tutela mas existiam outros fatos que iriam requerer uma melhor analise para que o mérito seja aprovado.

A razão é simples o SNA e escritório de advocacia buscaram o mesmo tipo de atendimento para os outros fundos pertencentes na época ao grupo VARIG, se esquecendo que a liquidação da VARIG real ocorreu em 2006 enquanto todos os outros fundos sobreviviam regularmente nos seus pagamento de benefícios, somente entrando em crise em 2009 enfim tempos diferentes, dívidas da VARIG para com estes fundos diferentes, enfim uma situação distorcida dos casos VARIG e TRANSBRASIL, existe assim uma preocupação por parte dela em dizer não fomos eles que solicitaram a análise do mérito, mas para mim não tenho receio do resultado que somente só pode ser um, resultante dentre outros estudos dos dados, já muito bem apresentado, em nossa ação de incidência de reclamação hoje anexada ao processo.

As famosas dúvidas, mentiras de assessores e provocação de instabilidade emocional devem ser ignoradas pois são apenas o que considero mania, pequeno terrorismo e "melancias" das quais nunca fiz questão, outros interesses junto a área de falência deixarão de existir, mas buscarei com que sejam honradas pelo governo.

BOM DOMIGO

SEMANA NOVA E PROMISSORA

MAIS TRABALHOS QUE AINFA FALTAM A SETEM FEITOS, POIS OS 99,99 QUE FORAM FALADOS NÃO SÃO VERDADEIROS, POIS AINDA FALTA OS QUASE CINCO MIL ATIVOS INJUSTIÇADOS QUE NADA RECEBERAM E SÃO O MEU TRABALHO DESTA SEMANA.

Thomaz Raposo APRUS    

 

 

 

 

03/10/19

 

Prezados participantes, colegas, e associados da APRUS. 

Passadas algumas horas da decisão publicada pelo Desembargador Dr. Daniel Paes Ribeiro, em favor do retorno da nossa tutela recursal, sustada abruptamente pela AGU, e após uma euforia incontida de todos nós, gostaria de lembrar a todos, de que a APRUS vem se posicionando firme como órgão representativo de seus associados, incansavelmente no sentido de que tanto o cumprimento da decisão do STF na defasagem Tarifaria, assim como o estrito cumprimento dos pagamentos da tutela recursal junto ao AERUS sejam mantidos fielmente às decisões jurídicas em vigor.

Como órgão observador apenas, com relação ao processo da Ação Civil Pública, vimos há anos tentando colaborar para com o escritório de advocacia do saudoso Dr. Castagna Maia, no sentido de mantermos um relacionamento saudável que dê uma sustentação jurídica a todos sem exceção, particularmente no caso dos chamados ativos que estão há anos sem receber nada, sequer suas rescisões trabalhistas, o que deveras para nós é uma lástima.

 Para isto fizemos um movimento de aproximação do SNA e escritório de advocacia, onde somente fomos cobrados de posicionamentos e postura, ante a falência da VARIG, tendo obtido apenas um compromisso do Dr. Lauro de encaminhar seu processo e pensamentos para que tivéssemos a chance de ajudar a árdua tarefa da entrada dos não assistidos (ativos) como aposentados no AERUS.

 Posso informar que após inúmeras tentativas do nosso advogado por e-mails nada recebemos de resposta, fomos ignorados, pedir união é difícil quando um outro lado não quer.

 Não temos tido sucesso infelizmente nessa empreitada de aproximação junto ao escritório, não sabendo o porque desse distanciamento, que só vem a prejudicar o andamento de estratégias que poderiam estar sendo elaboradas por ambas as partes.

 Assim mesmo, continuamos firmes na fiscalização na atuação do AERUS e, em 27 de junho de 2017, fizemos a mudança do estatuto da APRUS, no sentido de que a associação receba e ampare legalmente todos os ativos que assim o desejarem.

Foi assim que ao sermos surpreendidos pelo descumprimento aos pagamentos da tutela ao AERUS, pela AGU, com alegações que não condiziam com a realidade, que nós conhecemos muito bem e, mesmo não desejando nos imiscuir de forma alguma no processo da ACP cujos patronos são o SNA e o escritório Castagna Maia, não poderíamos nos furtar ante o descumprimento de ordem judicial que  trata de grave ofensa à estrutura judiciária inclusive, como crime de desobediência ao Código Civil.

E, em razão de sermos fundamentalmente uma associação representativa voltada aos  interesses de todos os beneficiários do AERUS, neste momento fragilizados por decisões espúrias, tomamos a decisão de fazer em caráter de urgência e devidamente amparado em lei específica, uma petição reclamatória, com todos os dados reais que possuímos ao longo de nossa história associativa, ao Desembargador Dr. Daniel Paes Ribeiro, configurando o remédio certo e fundamentado em dados precisos e extremamente consistentes.

Eis que em 01 de outubro de 2019 tivemos a decisão histórica do acima citado Desembargador que baseado em nossa petição reclamatória restituiu a todos os beneficiários do AERUS, a tutela recursal, que nunca deixou de estar em vigor. Para nós da APRUS, é uma vitória, apenas desejando a todos aqueles, inclusive o citado escritório, que nunca reconheceram o nosso trabalho como defensores de todos os beneficiários aposentados e agora os não assistidos ativos do AERUS, o façam a partir de agora, reconhecendo a nossa atuação pró-ativa em benefício de todos sem exceção.

 

Thomaz Raposo

 

APRUS

 

 

02/10/19

 

O pedido da APRUS encaminhado ao desembargador Daniel Paes através de seu Presidente Thomaz Raposo e de seu Advogado Otavio Bezerra Neves foi deferido e decidido liminarmente pelo retorno dos pagamentos do AERUS.

 

decisão 1.png
decisão 2.png
decisão 3.png
decisão 4.png

25/09/2019

 

Prezados associados,

 

Informamos que o comunicado do AERUS número 12/2019 NÃO SE REFERE AO RETORNO E NORMALIDADE DOS PAGAMENTOS, sendo tão somente um esclarecimento a dúvidas enviadas por cartas pelos participantes da ativa. Nesse comunicado é explicado que a antecipação de tutela, que nesse momento SEGUE SUSPENSA, só contempla os participantes que já recebiam os pagamentos dos benefícios em data anterior a liquidação dos planos, ou que já haviam cumprido todos os requisitos necessários à concessão do benefício à época da liquidação.

A APRUS e sua assessoria jurídica já estão tomando providências para o retorno e normalidade dos pagamentos do AERUS.

 

Thomaz Raposo

 

16/09/2019

 

Solicito o posicionamento da PREVIC com relação aos assuntos abaixo;

Esclarecimento sobre a nota da PREVIC de número 57 da GRE/Difsis ou seja divisão ou departamento de fiscalização datado de 2015 constantes na petição da nossa tutela antecipada e com dados antigos, em desacordo inclusive com os obtidos pela PREVIC e interventor do AERUS e homologados finalmente em juízo no valor de três bilhões e setenta e oito milhões no ano de 2006.

Estranho que a APRUS na pessoa do seu presidente, tenha solicitado o referido documento e tenha obtido a resposta de que o documento é “sigiloso” , pois se referindo a dados dos planos VARIG e TRANSBRASIL segundo a lei 109, deveriam ser remetidos ao AERUS e em seguida à APRUS para a devida apreciação visto que o conteúdo apresentado pela AGU terem dados antigos e não atualizados na época da intervenção.

Estranho esta carta que embora seja sigilosa, tenha sido comentada como em poder de uma ex-sindicalista que juridicamente nada tem com os aposentados da VARIG.

Quais as providências tomadas pela PREVIC ante a utilização de uma base de dados falsos ou parciais pela AGU em prejuízo dos participantes dos planos VARIG e TRANSBRASIL, visto o AERUS desconhecer o documento em pauta e ser o responsável somente por informações do AERUS/VARIG ?

Em metodologias de administrações passadas, atitudes tomadas pelos órgãos públicos de minha época respondiam a esta mensagem de forma asap, pois considero o fato criado como tortura indevida a um grupo de idosos de forma criminosa. 

 

Thomaz Raposo de Almeida Filho

       Presidente APRUS  

 

11/09/2019

 

 

Interessante os comentários que passaram a existir diariamente sobre o que ocorre com a antecipação de tutela bem como a defasagem tarifária, a solicitação de parada já era conhecida desde deu entrada no processo junto ao desembargador, isto é, 29 de agosto de 2019, pergunto o que foi feito pelo sindicato, ficou estarrecido ? quando deveria ter atuado com mais vigor, visto que tem conhecimento que os dados ali mencionados na petição se referem a informações de tempo anterior a intervenção e nada tem a haver com o que foi homologado na justiça e reconhecido no valor aproximado de três bilhões e setenta e oito milhões com a concordância dos credores e pasmem da própria AGU que pelo visto perdeu a memória, o que neste caso é natural, pois inclusive alguns elementos se esqueceram inclusive de uma certa garantia real chamada de defasagem tarifária que aliás é comentada pelo desembargador Daniel Paes em resposta a própria AGU, hoje com profundo alzhaimer em um senhor procurador tão jovem, mas apressado em suas conclusões.

Mas não se preocupem é interessante como hoje “falam”, que a tarifária nada tem a haver com a antecipação de tutela e ainda que os não assistidos hoje a grande maioria com mais de 60 anos e aposentados do INSS, não tem direito ao AERUS. Considero esta informação séria, esquisita e sem propósito, ou talvez com um propósito, de o que sempre chamei de interesse da “PRETENSA” falência da VARIG, que beneficia muita gente e que nos massacra até os dias de hoje, em que isto vier efetivamente a terminar.

É importante que todos venham a saber que o AERUS tinha advogados incríveis, excelente trabalhadores que trabalhavam tanto, que acabavam sem saber para quem estavam trabalhando e informo que todos os fatos se encontram na mão da AGU desde que lá estivemos no ano passado, apresentando inclusive o resultado da CPI da ALERJ publicada em diário oficial, motivo pelo qual não compreendo a postura atual da AGU com quem estive em treze de agosto de 2019, quando nada me foi informado.

Nos meus tempos de gerência maior nos anos de 1970, utilizávamos por educação a palavra que hoje ainda me permito utilizar, pois é séria e franca ...SOLIMESSA, queremos realmente um novo BRASIL que reconheça contratos e compromissos.

 

Thomaz Raposo Filho

  Presidente APRUS 

 

 

 

04/09/2019

 

Caros associados e não associados colegas da VARIG e TRANSBRASIL com relação a mensagem do AERUS relatando que receberíamos 60,39% dos nossos benefícios, me sinto na obrigação de informar das providências tomadas a partir das informações que temos até o dia de hoje;

Na sexta feira mandei nosso advogado Dr. Otavio Neves a Brasília com o objetivo de levantar os fatos que estavam por acontecer e tomei conhecimento da entrada da primeira petição da AGU no dia 29/07/19 solicitando a suspensão futura da tutela por esgotamento de recursos.

Segunda feira receberia o advogado do sindicato em audiência tendo este colocado na mídia que havia solicitado brevidade na decisão mas nada prometia.

Hoje na quarta feira foi a vez do liquidante que externou o posicionamento e surpresa do AERUS e também saiu sem uma melhor posição.

Informo a todos que a APRUS tomará as providências cabíveis em estudo e que para a tranquilidade de todos, declara e afirma que as informações demonstradas pela AGU foram criadas a partir de bases falsas sendo de uma irresponsabilidade sem nome.

Esta informação é para que se preparem para dias que já vivemos em nosso passado, mas como não desisto e tenho conhecimento do AERUS estudarei amanhã uma solução para o amanhã, pois para lembrança de todos os saldos do plano I estavam zerados e o do plano II me fogem hoje a memória.

Em tempo o AERUS nem a PREVIC nada tem com o ocorrido.

Thomaz Raposo de Almeida Filho

      Presidente APRUS

 

 

31/08/2019

 

Após dias de exaustivos trabalhos, atendimentos a aflitos colegas da nossa antiga VARIG,informo que no Brasil em que vivemos, infelizmente existem pessoas malignas que certamente um dia pagarão pelos seus erros.

                  Quando precisamos conhecer as verdades temos que buscar as informações em sua origem e tendo em vista o fato, solicitei ao nosso advogado que fosse a Brasília levantar o que estava ocorrendo, isto junto ao desembargador.

                  Ocorreu uma petição da União no dia  29 de julho de 2019  que requeria a interrupção de suspensão dos pagamentos se posicionando junto ao desembargador, na qual a mesma considerava que com os últimos valores a serem encaminhados para o AERUS, não haveria mais recursos a serem pagos ao AERUS/VARIG em razão dos recursos devidos já terem sido esgotados.

                   Tal visão era de uma analise feita por algum procurador que levou em conta a dívida existente em 2003 (valor aproximado de Hum bilhão e novecentos milhões) nada a haver com a dívida do processo da ACP e garantia real no valor de aproximadamente mais de três bilhões de reais aceitos por todos os credores inclusive o governo através da PREVIC da época, lembrando ainda que os valores hoje corrigidos estariam em torno de mais de onze bilhões de reais.

Aproveito para compreender que alguns profissionais da UNIÃO, ainda hoje carregam em suas cabeças, o péssimo ensino recebido, visto que não apreciarem a matéria e os números da forma devida, partindo para um resultado simplista que economizava recursos para o governo, que sendo sério como é não precisa de recursos deste tipo.

Meus amigos a referida petição não recebeu a atenção devida por parte do Sindicato Nacional dos Aeronautas, que no meu entendimento deveria ter corrido junto ao desembargador para que este devolvesse a petição com os elementos devidos, ou solicitasse um posicionamento do AERUS quanto ao que ali estava sendo exposto. Ao peticionar junto ao processo dezesseis dias após não permitiu ao desembargador que este tomasse as providências devidas (visto a existência de duas petições) imagino que sua decisão antes da do Sindicato seria que o AERUS continuasse seus pagamentos e que fosse feita uma perícia do que já foi pago e o que falta a pagar. Enfim a petição feita em 16/08 ou seja dezesseis dias após não se preocupou com os efeitos do seu ato criando a possibilidade de mais um julgamento do desembargador em algo que já estava decidido, gerando toda a problemática que afeta aproximadamente a vida de cinco mil famílias irresponsavelmente.

Lamento apenas a postura do sindicato, que mesmo sabendo o que estava ocorrendo e sabendo que é o único que pode se manifestar no processo de tutela, tenha reagido dezesseis dias depois da petição da união, não comparecendo junto ao desembargador, procurando alertar o que poderia vir a ocorrer com nossos pagamentos, pois tinha conhecimento que as razões apresentadas pela UNIÃO eram em bases falsas que não pertenciam as decisões ocorridas na ação que gerou a tutela antecipada, não tido nem a  consideração em alertar ao AERUS e nem a PREVIC e a todos aqueles que dependem hoje da antecipação de tutela, enfim não acompanhou as providências nem junto ao desembargador para o posicionamento devido, nem aqueles que sempre diz defender.

Além do que, um procurador não tem a competência jurídica para intervir da forma como fez junto ao Tesouro “orçamento” ditando contrariando uma decisão judicial sem o concorde-se do juiz, induziu o funcionário do tesouro ao erro e prejudicou com seus “estudos” a vida de mais de cinco mil famílias.

Pergunto qual o real interesse do sindicato ou outros no tratamento do problema, visto a existência de outros interesses tais como a ida da tarifária para a “pretensa” massa falida da VARIG, solicitamos assim as explicações devidas até por comentários gerados por santa pessoa que informou a alguns pensionistas que a culpa disto tudo era da APRUS, minha Thomaz Raposo, PREVIC chegando até ao Bolsonaro que nada tem com isto.

Entrando agora ainda mais no processo após a situação criada observamos que o entendimento do desembargador dava uma condição de não assistidos (ativos) viessem a receber a tutela de acordo com suas condições e isto pode se  visto em sua decisão do dia 10 de abril de 2019 de que o AERUS mantivessem os programas de benefícios do pessoal ativo e aposentado vinculados aos planos VARIG e TRANSBRASIL e meus caros isto ocorre desde o principio da tutela mas existiam dúvidas no AERUS, se poderiam ou não incluir  estes  pagamentos a partir de suas reservas atuariais proporcionais e faz parte do nosso trabalho fazer com que o AERUS trabalhe neste sentido junto ao desembargador interventor e PREVIC, pois os valores mensais solicitados segundo as informações existentes já preveem tais gastos.

Entendo assim que um erro lamentável possa vir a permitir a correção de outro, que são ativos que nada receberam legalmente de suas rescisões trabalhistas e já há muito se encontram em condições de receberem benefícios proporcionais de suas reservas atuariais.

 

Thomaz Raposo APRUS

 

 

30/08/2019

 

Atenção o que está ocorrendo nada tem a haver com o AERUS ou PREVIC conforme pode ser observado na mensagem do AERUS 09/2019 e que já estão tomando as providências que podem tomar a respeito.

Uma irregularidade foi cometida por uma área do tesouro, que por informação de algum irresponsável, acreditou que os valores de tutela pagos até este último valor enviado, quitavam a dívida existente. Demonstram com isto uma ignorância profunda deixando inclusive de cumprir uma decisão judicial, pelas informações publicadas pelo Sindicato acredito que a situação venha a se normalizar, estranhamos muito o fato ocorrido e tomei conhecimento por alguns associados que tendo indagado o que estava ocorrendo, receberam a informação que isto estava ocorrendo por ações cometidas pela APRUS, PREVIC e acreditem até o BOLSONARO.

Forçando uma resposta de quem falava isto, me disseram o nome que todos já devem saber mas prefiro que tomemos uma ação diferente e legal para finalizar de vez este tipo de ação pois, hoje temos como levantar tecnicamente a origem de informações que chamamos de fake mas na verdade são acusações, que ao mencionarem a APRUS, PREVIC e o BOLSONARO  como responsáveis pela interrupção dos pagamentos, serão descobertos e responderão juridicamente pelo fato, visto que entregaremos as referidas mensagens em seguida para Policia Federal para tratar do caso.

 

Thomaz Raposo de Almeida Filho

      Presidente APRUS

 

29/08/19

 

Em agosto do ano passado a APRUS tendo recebido informações  constantes no "Antagonista" foi a Brasília buscando verificar a veracidade de tais "Acordos" junto a AGU e ficou entendido que determinado grupo fazia de tudo para que a "famosa vara de falência  da VARIG" viesse a se apossar dos recursos da TARIFÁRIA,  com seus interesses escusos, mãozinha  de alguém que sempre culpa outros pelos seus atos e que bem conhecemos.  

 A isto somou-se aos interesses dos advogados da pretensa massa falida, isto junto ao processo da tarifária o que possibilitou ao governo de colocar em dúvida a nossa garantia real, daí partindo para a PREVIC uma orientação de interrupção  dos pagamentos, informo que o interventor do AERUS está providenciando uma outra folha de pagamento aonde ainda desconhecemos seu conteúdo. 

 Assim que verificar o que de fato ocorre, infirmarei a todos, lamentando a MAIS UMA IRRESPONSABILIDADE DA UNIÃO.

 Afinal são apenas cinco mil famílias que deixarão  de receber uma decisão  judicial, onde a UNIÃO   é  responsável. 

 

THOMAZ RAPOSO - APRUS

 

02/08/2019

 

Agradeço o posicionamento sobre o documento resposta feita pelo Sr. Dagomar Alécio Anhê Coordenador Geral Regimes  Especiais PREVIC e acredito que o encaminhamento que também foi feito ao Gabinete do Superintendente da PREVIC, bem como ao seu Diretor de Fiscalização merecia ter tido uma melhor atenção, ao invés de uma resposta evasiva em um assunto tão importante referente aos fundos dos planos I e II da VARIG onde o Sr. Dagomar escreve que o Liquidante “julga” que os valores da tarifária são do direito do AERUS e estranho tal comentário, pois embora o Liquidante anterior tenha sido modificado, o cargo continuou responsável com as mesmas atribuições e representando nossos interesses acordados na época enfim a tarifária como garantia real, enfim o atual liquidante não julga e sim requer os direitos acordados no acordo que permitiu o início da “recuperação judicial” e em seguida venda da VARIG.   

Acompanhando o processo e após inúmeras solicitações e ações a serem tomadas pelo AERUS na pessoa do seu liquidante, finalmente foi peticionada por este,  nos autos da ação de defasagem tarifaria o pedido expresso de execução dos referidos valores e seu pagamento direto para os planos I e II da VARIG, para isto tomando as rédeas dos direitos de todos nós participantes da VARIG e TRANSBRASIL que corríamos riscos de que essa indenização fosse desviada para a “pretensa falência”, onde seria dilapidado antes de chegar aos credores.

Como de outras vezes alerto ao Superintendente da PREVIC e principalmente seu Diretor de Fiscalização que estamos vigilantes a qualquer ação que venha a ser tomada por parte desta autarquia que conforme mensagens anteriores conforme mensagens  constantes no site da APRUS, andou fazendo estranhas movimentações de liquidantes em horas indevidas quase causando desastres irreparáveis para todos que DEVERIAM estar sendo protegidos por ela.

Devemos lembrar que em nossa última mensagem, solicitamos os novos posicionamentos à SPC/PREVIC ante as suas movimentações gerenciais, visto que esta no passado, aparentemente não compreendendo suas atribuições de zelar pela solidez dos fundos de pensão e de defender os participantes, deixou os Planos de Benefícios administrados pelo AERUS chegar ao ponto que chegou.

Por outro lado, vem sendo difundido pela imprensa a alguns resultados da atual CPI (Fundos de Pensão) indicando situação lastimável de muitos deles (Postalis, Petros, PREVI, Funcef, etc.)

Lamentamos que as atribuições da PREVIC não venham sendo cumpridas, como pode ser observado em seus resultados de fiscalização aparentemente inexistente ou eficaz, que redundaram no lastimável estado em que se encontram os fundos acima comentados e ainda submetam os seus participantes do pagamento dos déficits criados pela falta de acompanhamento e fiscalização ou seja irresponsabilidade total, visto que segundo a lei relatórios de posicionamento são encaminhados mensalmente para análise e consequente aprovação ou não.

O que fez no período a PREVIC e sua Diretoria de Fiscalização para evitar isto, vez que essas situações não acontecem da noite para o dia, tendo inclusive tomado conhecimento dos resultados da CPI da VARIG, com farta documentação e gravações sobre as ocorrências na “pretensa” falência da VARIG.

A defesa do atual liquidante está correta e foi feita de forma justa e perfeita e exatamente repito de forma clara, que alerto ao Superintendente da PREVIC e principalmente seu Diretor de Fiscalização que estamos vigilantes a qualquer ação que venha a ser tomada por parte desta autarquia que conforme mensagens anteriores andou fazendo estranhas movimentações de liquidantes em horas indevidas quase causando desastres irreparáveis para todos que DEVERIAM estar sendo protegidos por ela.

Lembro ainda que as informações que considero bastante graves e abaixo deixaram de ser encaminhadas para ouvidorias MPF e inclusive PF;

Ressaltamos que o “Processo de Recuperação” nos deixou tristes lembranças, lembram?

- Pagaram todos os credores com debentures que eram garantidas por ações judiciais que nem estavam definitivamente julgadas.  As debentures do AERUS, felizmente eram vinculadas à Defasagem Tarifária e nesse processo a sentença foi confirmada, mas as dívidas com os trabalhadores foi garantida por debentures vinculadas aos processos de restituição de ICMS (contra os Estados) e até hoje ninguém sabe como estão estas ações judiciais.

- Como todos os credores foram pagos, "venderam” a VARIG por um valor aviltante (US$24 milhões) e seis meses depois a empresa compradora vendeu a dita parte boa por mais de US$700 milhões, com lucro absurdo em detrimento de nossos interesses de empregados e participantes do AERUS.

- Os bens da VARIG no mundo inteiro desapareceram, os milhões que a empresa tinha em contas bancárias em vários países, os imóveis, os veículos, tudo sumiu e até hoje ninguém disse onde foram parar.

- A "pretensa falência" é irregular, desde o seu início sem base legal e depois durante a recuperação judicial da VARIG, pois não foi feita contabilidade das empresas e nem se pode apurar qual o verdadeiro passivo da empresa, não se sabendo sequer se todo o acervo restante era mesmo deficitário por total falta de documentação contábil e legal, total sonegação fiscal.

- Durante a “pretensa falência” os administradores judiciais já venderam bens e levantaram mais de R$90 Milhões supostamente para custear o processo, mas não pagaram nem uma ínfima parte desse valor aos credores trabalhistas que remanesceram.

- Lembrando ainda que durante estes dez anos, os participantes ativos do AERUS nada vieram a receber e, ainda por força da lei 109, ainda foram cobrados dos seus empréstimos feitos ao AERUS nos bons tempos de trabalho, cobrados inclusive na justiça.

 

Em razão dos comentários acima entendam que a “resposta” dada pelo Sr. Dagomar Alécio Anhê, para apenas responder ao presidente da APRUS, demonstrou apenas a importância que dão aos assuntos tratados.

Agradeço assim novo posicionamento,

Thomaz Raposo de Almeida Filho

 

  Diretor Presidente APRUS

 

 

15/07/2019

 

 

 

Caros participantes assistidos, pensionistas e não assistidos dos fundos de pensão planos I e II da VARIG e TRANSBRASIL e aqueles que não acompanham o dia a dia dos movimentos oportunistas que ocorrem oriundos de interesses na área da “pretensa falência” da VARIG, advogados e outros conhecidos interessados em que os valores devidos pela União na ação de defasagem tarifária sigam um caminho fora do ditado pela sentença que transitou em julgado no processo de recuperação da VARIG, que determina seu pagamento diretamente ao AERUS.

 Acompanhando o processo e após inúmeras solicitações e ação a serem tomadas pelo AERUS na pessoa do seu liquidante, finalmente foi peticionada por este  nos autos da ação de defasagem tarifaria o pedido expresso de execução dos referidos valores e seu pagamento direto para os planos I e II da VARIG, para isto tomando as rédeas dos direitos de todos nós participantes da VARIG e TRANSBRASIL que corríamos riscos de que essa indenização fosse desviada para a “pretensa falência”, onde seria dilapidado antes de chegar aos credores.

 Como de outras vezes alerto ao Superintendente da PREVIC e principalmente seu Diretor de Fiscalização que estamos vigilantes a qualquer ação que venha a ser tomada por parte desta autarquia que conforme mensagens anteriores andou fazendo estranhas movimentações de liquidantes em horas indevidas quase causando desastres irreparáveis para todos que DEVERIAM estar sendo protegidos por ela.

 Isto pode ser observado desde a saída do liquidante Sr. José Pereira, entrada do Sr. Aubiérgio cuja saída do AERUS havia sido solicitada por esta presidência pelas razões apresentadas e, a última do Sr. Walter Parente cujo comportamento gerou inclusive uma notificação extra judicial quanto a falta de ações devidas junto a área de falência fato que gerou uma nova e estranha movimentação por parte da PREVIC permitindo a entrada do Sr. Luis Gustavo como liquidante dos fundos do AERUS, parte do que escrevo está documentado no site da APRUS e está descrito abaixo;

 Devemos lembrar que em nossa última mensagem, solicitamos os novos posicionamentos à SPC/PREVIC ante as suas movimentações gerenciais, visto que esta no passado, aparentemente não compreendendo suas atribuições de zelar pela solidez dos fundos de pensão e de defender os participantes, deixou os Planos de Benefícios administrados pelo AERUS chegar ao ponto que chegou.

 Por outro lado, vem sendo difundido pela imprensa a alguns resultados da atual CPI (Fundos de Pensão) indicando situação lastimável de muitos deles (Postalis, Petros, PREVI, Funcef, etc.)

 

O que fez no período a PREVIC e sua Diretoria de Fiscalização para evitar isto, vez que essas situações não acontecem da noite para o dia!

Não acompanharam? Não Fiscalizaram? Houve omissão?

 Também temos preocupação com a Tutela na ação civil pública e que está permitindo o pagamento das complementações de aposentadoria com garantia do recebimento do crédito que o Aerus (Planos Varig I e II) tem na referida ação de defasagem tarifária e cuja ida dos recursos para a “pretensa falência” pode colocar em risco.

 Ressaltamos que o “Processo de Recuperação” nos deixou tristes lembranças, lembram?

 - Pagaram todos os credores com debentures que eram garantidas por ações judiciais que nem estavam definitivamente julgadas.  As debentures do Aerus, felizmente, eram vinculadas à Defasagem Tarifária e nesse processo a sentença foi confirmada, mas as dívidas com os trabalhadores foi garantida por debentures vinculadas aos processos de restituição de ICMS (contra os Estados) e até hoje ninguém sabe como estão estas ações judiciais.

 - Como todos os credores foram pagos, "venderam” a VARIG por um valor aviltante (US$24 milhões) e seis meses depois a empresa compradora vendeu a dita parte boa por mais de US$700 milhões, com lucro absurdo em detrimento de nossos interesses de empregados e participantes do AERUS.

 - Os bens da VARIG no mundo inteiro desapareceram, os milhões que a empresa tinha em contas bancárias em vários países, os imóveis, os veículos, tudo sumiu e até hoje ninguém disse onde foram parar.

 - A "pretensa falência" é toda irregular, pois durante a recuperação judicial da VARIG não foi feita contabilidade das empresas e nem se pode apurar qual o verdadeiro passivo da empresa, não se sabendo sequer se todo o acervo restante era mesmo deficitário.

 - Durante a “pretensa falência” os administradores judiciais já venderam bens e levantaram mais de R$90 Milhões supostamente para custear o processo, mas não pagaram nem uma ínfima parte desse valor aos credores trabalhistas que remanesceram. 

- Lembrando ainda que durante este dez anos, os participantes ativos do AERUS nada vieram a receber e, ainda por força da lei 109, ainda foram cobrados dos seus empréstimos feitos ao AERUS nos bons tempos de trabalho, cobrados inclusive na justiça.

 Nossas principais preocupações atuais são:

 - O comportamento que vem sendo adotado pelo Administrador Judicial da “pretensa falência” quanto à disputa pelo indevido recebimento da indenização da ação de defasagem tarifária e sua inclusão na falência, para pagar a vários outros credores, em prejuízo de todos os ativos e posteriormente intenções quanto aos assistidos dos planos Varig, que já são os destinatários desses recursos, conforme ficou demonstrado na CPI da VARIG na ALERJ com extensa documentação e videos onde verdades ficaram devidamente registradas.

 - Porque a PREVIC substituiu o liquidante por um outro que a APRUS em 2011 havia solicitado sua retirada do AERUS, no que foi atendida. Qual a lógica de sua atitude em um momento crítico? Quem vai observar nossos interesses e direitos em todos os relevantes processos em andamento?

 - Solicitações de posicionamento foram feitas à PREVIC e redundaram em reunião, onde nada de concreto foi observado o que acabou gerando por parte da APRUS a decisão de consulta e auxílio ao Ministério Público Federal, o que foi feito no início deste mês.

 Conforme pode ser visto e revisto atitudes estranhas são tomadas pela PREVIC em atendimento a interesses que não beneficiam nem aos participantes nem a própria UNIÃO, a estranheza e procura do entendimento de qual a razão das ações anteriores é motivo da minha mensagem que estará sendo passada para a PREVIC, transmitindo mais uma vez que a responsabilidade por tudo que já fizeram até o dia de hoje, que em parte já causaram a condenação da UNIÃO pelo que fez a VARIG e aos fundos do grupo VARIG/AERUS, que por isto nos paga nos dias de hoje uma antecipação de tutela.

 Agradecemos agora ao interventor liquidante LUIS GUSTAVO que peticionou sobre os nossos direitos  junto ao processo de defasagem tarifária em cumprimento de suas atribuições lembrando o constante da recuperação judicial transitada em julgada e informamos que a APRUS está vigilante a qualquer outra tentativa no sentido de prejudicar os interesses dos participantes e a própria UNIÃO, já tendo documentado a AGU e Ministério Público de tudo que ocorre de estranho na área de falência da VARIG e no processo de defasagem tarifária, para que tomem o conhecimento devido.

 

 Thomaz Raposo de Almeida Filho

     Presidente - APRUS            

 

 

 

 

AGRADECIMENTO e ALERTA

  

Primeiro dia de julho e decidimos fazer alguns comentários que após análises das últimas petições existentes no processo de defasagem tarifária, passo a comentar:

No ano passado para recordação de todos, conforme pode ser visto no site da APRUS, fomos a Brasília a fim de buscar esclarecimentos por comentários feitos no ANTAGONISTA onde lá era falado que Sindicato ou FENTAC somados a “outros” interessados em processos do que chamo de “pretensa falência” ofereciam processos tipo ACP, a própria defasagem e outros processos do interesse destes outros como moeda de negociação para um “acordo” com a AGU.

Tal fato nos levou à AGU tendo a APRUS promovido na época, um relatório que foi titulado “NIVELAMENTO DE INFORMAÇÕES” onde foram expostas todas as nossas considerações a respeito do nosso pensamento sobre este “ACORDO” tendo como resultado, inclusive a APRUS ter sido copiada em sua recusa por parte da AGU com referência a estes estranhos interesses, tendo seus requerentes recebido a negativa dos seus pleitos.

O cuidado e seriedade que a APRUS deu ao assunto foi em razão das colocações abaixo;

O processo de defasagem tarifária está na décima sétima para julgamento e não era o momento para acordar a AGU para que esta cumprisse o seu papel de defensora da UNIÃO, embora o presidente da APRUS já tivesse colocado para os Ministros da AGU anteriores, de que o dever de proteção da UNIÃO se refere a todos nós contribuintes e não na proteção de atos falhos por parte de autarquias, conforme vem fazendo e espero um dia fazê-los entender.

O outro cuidado é com relação a de que a defasagem tarifária “serve como garantia” perante a AGU do pagamento das antecipações de tutela.

A ganância existente nos ambientes de administração nas áreas de falência da VARIG somadas as grandes ideias da FENTAC cuja pessoa prefiro não falar o nome, aparentemente acordaram a AGU que veio finalmente a solicitar compensação no processo de defasagem tarifária.

Só não contavam é de que o atual liquidante embasado nos seus deveres de defender os interesses dos participantes dos planos I e II entrasse com uma petição, requerendo aquilo que é nosso de direito, motivo inclusive de notificação extra-judicial feita ao AERUS e PREVIC no passado, fato que embora seja seu dever agradecemos seu devido posicionamento legal.

Para que não tivéssemos dúvidas a respeito e movidos na defesa dos nossos interesses a APRUS entrou também no processo solicitando sua assistência a que por ser Associação juridicamente formada tem seus direitos reconhecidos.

Caros associados assistidos, pensionistas e não assistidos, bem como todos aqueles que preferem ficar em casa, assistindo os trabalhos da APRUS sem sua participação acorde, pois é hora de entenderem que podemos estar ameaçados e temos que ter REPRESENTATIVIDADE.

Thomaz Raposo de Almeida Filho

             Presidente APRUS          

021 981414399 ou 021 22059602

 

14/06/2019

 

Bom dia a todos,

 

após profunda análise do conteúdo das últimas petições feitas no processo de execução nesta terça-feira passada, pudemos com satisfação ver a petição do AERUS que  cumpriu com a lei 109 no sentido de defender os interesses dos participantes e requerer os direitos dos planos I e II da VARIG  no AERUS . Isso, ante a sanha por parte do Sindicato Nacional do Aeronautas somado ao "ADMINISTRADOR """JUDICIAL""" " da "pretensa massa falida" da nossa VARIG que ofereceram os processos da ACP e antecipação de tutela pela liberação dos valores da defasagem tarifária em troca de sua ida para a vara de falência, o que foi inteiramente recusada pela AGU.

 

Observem que se a atitude do AERUS não tivesse ocorrido, hoje também já temos petições de advogados da VARIG, MASSA FALIDA e AGU solicitando direitos sobre aqueles valores que pertencem ao AERUS (planos I e II) da VARIG, sendo que a ignorância e ganância existentes não permitem a uns e outros a perceber que só a solicitação da AGU já consumiria todos os nossos direitos.

Agora com a petição do AERUS e nossa solicitação de assistência, poderemos fazer ver na décima sétima vara federal que nossos direitos não podem ser surripiados nem pela AGU, pois o que lá existe é verba previdenciária e não pode sofrer impostos, o que na vara de falência fatalmente viria a ocorrer.

Assim, cada vez mais, lembro que as rescisões trabalhistas já poderiam ter sido pagas se deixassem de ocorrer as boas intenções de administradores judiciais, que ignoraram os acordos judiciais visando outros interesses, e que previam tal pagamento deveria ocorrer, pois com o recebimento de ICMS de todos os estados cujos valores deveriam compor numerário  para tal pagamento, fato que não ocorreu na administração da DELLOITE e posteriormente pelo JUIZ da RECUPERAÇÃO e seus administradores  judiciais.

Todos precisam acordar que a APRUS precisa da REPRESENTATIVIDADE FALADA E ESCRITA.   

 

Thomaz Raposo APRUS

 

 

14/04/2019

 

Conforme havia mencionado no nosso planejamento de etapas de trabalho a serem cumpridas, passamos a informar que a reunião com a AGU ocorreu de forma satisfatória, tendo sido feito um reposicionamento de informações que consideramos importantes junto ao governo como contribuintes que somos e ao mesmo tempo nossos pensamentos sobre a VARIG“pretensa falência” e suas movimentações, comportamentos estranhos por parte da PREVIC, AERUS no que tange aos dois penúltimos liquidantes e AJ, tudo devidamente documentado, visto a existência de farta documentação no site www.aprus.com.br, bem como a cópia da CPI da VARIG na ALERG  e gravações no Youtube e outros.

Nossos trabalhos continuarão com futuras idas a Brasília buscando junto ao governo a participação governamental agora responsável que progride no nosso BRASIL.

Estratégia não se transmite apenas se cumpre, lembro a todos que a representatividade necessária continua e tem que ser feita também de forma responsável.

Volto a escrever a palavra que sempre escrevi e tenho na minha mente FÉ.

Thomaz Raposo APRUS   

 

 

 

 

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

 

 

 

 

 

 

Em primeiro lugar meu bom dia a todos os participantes do AERUS, ontem me encaminharam uma mensagem de voz que volta e meia aparece e reaparece e desta vez, por uma razão. Nossos colegas de infortúnio, os não assistidos atingiram um objetivo, pois demonstraram que a união cresce e com força através da mídia fazem crescer o  #ACORDOJÁ”

Ora vejam que o “ACORDO JÁ” está vingando e assustando aqueles que ainda almejam “beliscar, usufruir, participar” de algo que não pertence a eles e ela como aprendeu por ser lulista e pertence a um grupo sem vergonha, sem mais moral, muito mais, por isto a sua aflição.

Observem que a concordância do Interventor /liquidante do AERUS era fundamental para que a VARIG fosse vendida da forma como foi e com a partição efetiva desta figura que naquela época já era muito e muito amiga do LULA e cia e que queriam que aqueles fatos viessem a ocorrer por interesses que algum dia serão externados brevemente em delação premiada.

Conhecemos a figura que faz os comentários existentes em mensagem longa recebida,  possivelmente via what zap, o relato que faz uma volta ao passado, mas não tão passado assim, pois somente falou o que lhe interessava,  omitiu seu trabalho, junto ao ex presidente da APRUS já falecido “que externou na época o fato” de sugestões tais como “ de solicitação ao SPC de intervir e liquidar os planos VARIG I e II” e com isto impedir a retirada de um valor determinado para robustecer uma tentativa pela APVAR de salvar   VARIG e juntamente com isto influenciar o interventor liquidante a aceitar a ação de defasagem tarifária que na verdade somente teria algum valor se tivesse sucesso fato sui generis, que graças a DEUS veio a ocorrer, omitiu que o SNA, participou da APRUS no período de 2008 a 2010 fato que permitiu a VEM sair do AERUS levando uma dívida reconhecida por uma comissão de inquérito promovida em 2006/2007 o que provocou uma única ação judicial onde reclamamos o fato pois foram gentilmente cedidos cinquenta milhões de reais, pelo antigo liquidante referentes ao plano I.

Uma “proposição de acordo” que surgiu no “Antagonista” divulgou um pedido do SNA e APPTA à Ministra da AGU de uma solicitação de estudo onde propunham um acordo com o que não lhe pertence ou seja a ação de defasagem tarifária, onde colocava estranhamente “define” a referida ação como de propriedade da massa falida (ignorando o AERUS e sua garantia real), propunham ainda a ação civil pública onde fala do custo da antecipação de tutela base de 35 milhões mensais (acordam a AGU para o fato) e outras ações do interesse da massa falida e seus advogados. Ante a estes comentários colocados em noticiário do Antagonista sobre propostas de acordo para análise pela AGU e outros, solicitamos uma reunião de posicionamento com a Sra. Grace responsável pela área como um todo, com a finalidade de entender a realidade dos comentários constantes no “Antagonista”.

A dita reunião foi marcada e cumprida no dia 12 de julho as 15 hs, com a presença da Sra. Grace que nos tratou com a atenção, respeito e muita gentileza, nos posicionando de que seus assessores haviam recebido um grupo de pessoas que fizeram algumas colocações a respeito, mas que haviam sido alertadas de que qualquer solicitação deveria ser feita através de requerimento adequado.

 

APRUS então  informou  à AGU, que o principal motivo daquela reunião era exatamente esclarecer quaisquer dúvidas que poderiam existir, passando assim a cumprir o principal objetivo da reunião, que era o de esclarecer e posicionar a situação naquela época existente, quanto ao tratamento dado pelo procurador da AGU lotado na PREVIC, visto que com seu parecer poderia estar provocando uma perda irreparável para os cofres da UNIÃO, por estar dando como correto um parecer de um advogado do AERUS com claro conflito de interesses por trabalhar também com procurações por parte da pretensa “massa falida da VARIG” fato que iriamos demonstrar através do encaminhamento de documentação comprobatória.

 

A Sra. Grace agradeceu nossa presença e nos solicitou um relatório sobre os assuntos comentados e o referido documento que comprovasse  a existência do conflito de interesses, tendo sido este encaminhado  para sua assessora no dia 02 de agosto e acusado o recebimento em 02 de agosto, informando que o posicionamento e documento havia sido encaminhado para a procuradoria geral  como um resumo com o nivelamento das informações bem como procurações conflitantes como havíamos proposto.

Estes comentários já constam no nosso site desde o ano passado e já esclareceram as condições existentes no tratamento do que consideramos a “pretensa falência da VARIG” uma vergonha na Justiça do Rio de Janeiro e agora já em outros níveis, a verdade aparecerá e seus participantes antigos e novos pagarão caro pela sua ganancia.

Provas já existem e constam na CPI da VARIG na ALERJ, estamos em um novo governo onde as maracutaias aparecem. 

 

Em resposta a mensagem da APRUS para AGU de 29/09/2018 obtivemos o abaixo;

 

    

Email recebido em 11/10/2018

Prezado Dr. Thomaz,

A Procuradoria-Geral da União está aguardando a manifestação da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (ambos órgãos da AGU) quanto à viabilidade do acordo sob o aspecto tributário. Somente após essa análise será possível um posicionamento.

 

Atenciosamente,

Fabíola Souza Araújo

Procuradora Federal

Adjunta da Advogada-Geral da União

 

 

É necessário que todos os aposentados e pensionistas venham a tomar conhecimento que a situação de uma antecipação de tutela não é uma situação tranquila, pois continuamos na dependência de uma decisão do desembargador Daniel, além da referida antecipação não atender a não assistidos com o agravamento dos nossos colegas até o dia de hoje nem terem recebido sua rescisões trabalhistas por omissões e má gestão de administradores judiciais e o próprio judiciário quanto a decisão transitada e julgada como com sucesso.

 

É preciso também entender que a tutela decorreu do reconhecimento pela Dra. Neuza, Desembargador Daniel e seus colegas da responsabilidade da UNIÃO sobre os fatos ocorridos e de que a garantia da ação de defasagem tarifária foi apenas comentada visto que não estava “esquecida” a ação do AERUS sobre a terceira fonte que por uma má interpretação foi considerada prescrita quando somente terminava em 2012.

 

Deixamos claro que não ocorreu pela parte da APRUS qualquer solicitação de acordo e sim o nivelamento das informações, que temos convicção que foram totalmente percebidas e recebidas com a seriedade devida.

 

Com a informação acima queremos fazer entender a todos, que objetivos terão que ser vencidos passo a passo, inclusive por estarmos entrando em um novo governo e sempre depender da continuidade da antecipação de tutela, que embora acreditemos na sua seriedade, nos demandará idas e vindas com ações presenciais por parte da APRUS em Brasília.

 

Os comentários maldosos indicam apenas que nossos “amigos” já não estão em ambiente familiar e não contam mais com o “companheirismo” dos tempos passados de corrupções e suas falcatruas.

Como todos já sabem o trabalho que a APRUS executa, visa apenas clarear o que de fato ocorreu, as responsabilidades governamentais, pois o novo governo não trabalha em cima de mentiras e elucubrações judiciais e sim em cima de fatos que possam ser vistos e reconhecidos, afinal temos um Ministro da Justiça e não de acomodações.

 

Não ou me alongarei mais, pois tenho trabalho pela frente e não tive descanso nem no carnaval, divirtam-se meus colegas participantes do AERUS, alguém continua pensando em vocês e chegarei a uma solução, entendam a razão pela qual precisamos da participação de vocês também na APRUS, afinal sem representatividade não chegamos a lugar nenhum.

 

Thomaz Raposo APRUS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bom dia,

 

Volta e meia nos surpreendemos com mensagens de pessoas ou mal intencionadas ou mal esclarecidas que geram dúvidas naqueles menos informados, aproveito assim para comentar certa mensagem que navega pela internet lançando dúvidas e venenos.

Assim acompanhemos os “escritos” e em seguida meus comentários em negrito:

 

“...é absurdamente revoltante os próprios participantes sequer ter noção do calendário de pagamento de algo que conquistamos e sequer podemos dizer que é eterno, por se tratar de uma tutela mas que está garantindo a sobrevivência de cada participante e familiar.”

 

Frases de efeito sem nexo, pois todos nós sabemos que existe verba no orçamento da UNIÃO e que o pagamento do AERUS sai sempre no segundo dia útil do mês, mas é importante nos alertarmos sobre a garantia da tutela, pois na verdade há pessoas que desejam com todas as suas forças que a defasagem tarifária, que é a garantia da antecipação de tutela, vá para a área de falência, e então todos nós assistidos, pensionistas e não assistidos nada viríamos a receber.


“Ao mesmo tempo apoiarem uma campanha que inclusive iniciamos em 2006 , por um acordo com o objetivo de se manter a Varig voando.”

 

Pergunto que acordo foi este e com quem? Este apoio serviu para vender a VARIG por preço pífio, e  que para espanto de todos se transformou em outra coisa logo em seguida quando a parte boa da VARIG foi comprada pela GOL por quase sete vezes mais... que acerto hem?

Este apoio criou a FLEX, que tinha que se recuperar com a fantástica frota de 1, isto mesmo, hum avião, e seu apoio se completou com um trabalho que até hoje nenhum ou apenas alguns privilegiados receberam suas rescisões trabalhistas.

   
“Defendemos o acordo sempre, mas sempre tivemos cuidado em qual momento iríamos investir na campanha.”

“Da forma que o que está sendo feito hoje eu elogio mas em função da posição do atual governo em não fazer acordo, entendemos é perigoso e que é necessário a AGU se manifestar na execução para podermos combater seus argumentos que sequer temos ideia.” 

 

Não existe nenhum movimento do governo neste sentido, a AGU vai ter que se colocar em razão da insistência da vara de falência em requerer a defasagem tarifária. Empresas e valores foram colocados como credores após o encerramento da recuperação judicial que transitou em julgado, e somente foi recusada pela Fundação em razão da falta de balanços por parte da Delloite.

Este fato é do conhecimento da AGU que recebeu esclarecimentos devidos desde o ano passado.

   
“Antes disso a campanha só facilita em fazer um acordo nas piores condições. situação que não acredito avaliando a situação financeira e econômica do país. Tem gente fazendo discurso totalmente equivocado juridicamente, além de não ter qq representatividade nas ações que estão em Curso !!!!!”

 

Conversa jogada fora, e exatamente por conta de manobras deste tipo é que a APRUS solicita a associação de assistidos e não assistidos para que enfrentemos estes famosos e conhecidos abutres do passado.


“Somente os que têm ação poderão ser chamados para um acordo.”

 

Outra mentira, pois para qualquer acordo cada um de nós tem que dar o seu de acordo, é lei. 

 

“Portanto novamente tem gente enganando gente!!!! Normal isso na Varig, lamentavelmente !!!!!”

 

Quem está enganando alguém?  


“Fico triste pq estávamos prestes a fechar o acordo em 2018 , mas foi vencido em função dos inúmeros questionamentos jurídicos na execução da defasagem Tarifária . Que poderá levar anos de discussão. Hoje sabemos que muitos advogados entraram na execução com bloqueio de valores trabalhistas na ação de defasagem tarifaria que vai depender de julgamento do juiz da vara e demais credores, o juiz terá que se manifestar!!!


Portanto o que estão fazendo de novo é uma grande chincana com o limite psicológico de cada participante ativo !!!!”

 

Posso afirmar categoricamente que nenhum acordo foi apresentado à AGU nem a PREVIC, estes bloqueios existem sempre que possível.


“Os sindicatos e associações que fazer parte da ação civil pública não autorizam qq grupo a falar em nome dos patronos da ação portanto olho vivo , não seja uma marionete na mão dos que nunca lhe defenderam e agora aparecem em troca de 30,00 te representar !!!!!! Nós nunca exigimos participação financeira de nenhum dos participantes para obter a tutela agora vc quer pagar a conta ?????”

 

Que medo de nossa representatividade ... heim?

 
“Eu realmente não consigo entender , conquistamos o direito dos aposentados e viúvas e tb dos ativos e agora pretendem colocar tudo a perder em função dos que tinham expectativa de direito em 2006 . Isso precisa de uma grande reflexão.  Sob pena de os resultados vir a ser o pior possível para todos !!!!!!!Analisem ...... é como eu vejo !!!!”

 

Como sempre, só sabe ameaçar e tentar desestabilizar.  Aproveito para sugerir a ela  ir ao oculista, mas acho que só vê o que lhe interessa, afinal, foi assim que ajudou a vender nossa VARIG.

O carnaval que está chegando poderia chegar melhor evitando que viéssemos a pagar pelo menos nesse mês juros de cheque especial de um dia.

 

Thomaz Raposo APRUS

 

 

19/01/2019

 

 

 

Que não seja esquecido jamais que esta DEFASAGEM TARIFÁRIA dada em garantia a uma dívida que hoje chega a mais de onze bilhões de reais, absolutamente não elimina a responsabilidade da União, visto que seus valores atualizados por técnico contratado pelas associações APRUS e APVAR, terem chegado a valores de sete bilhões seiscentos e vinte e cinco milhões de reais aprox.

 

Existem no processo valores que preferimos descartar, inclusive um feito pelo AERUS o qual a APRUS rejeita a informação hum bilhão e meio a menos por ter sido o técnico responsável pela informação "indicado" pelo advogado do AERUS hoje já destituído do processo graças ao bom DEUS e algumas solicitações feitas pela APRUS ao AERUS.

 

Existe um enorme interesse da área da "pretensa falência" da VARIG para que o juiz encaminhe para lá estes valores o que iria gerar grande alegria de alguns personagens que já irão aparecer mostrando o que pretendiam fazer.

 

A APRUS e APVAR entraram no processo da DT com o objetivo de forçar o AERUS a fazer o que deveria ter sido feito, isto é, requerer nossos valores dados em garantia, o que lembro não elimina o restante da dívida. Nossa luta continua conforme carta encaminhada a todos os aposentados, visto que alguns que classifico como do passado marginal mentem descaradamente, que querem a defasagem para a falência para pagar a ATIVOS que até hoje nada vieram a receber.

 

Informo ainda que a APRUS continua seu sério trabalho em todas as áreas e agora também na defesa de uma aposentadoria proporcional aos ATIVOS.

 

A luta é boa e lembro a todos que quando assumi a APRUS fantasiaram que os pagamentos iriam cessar, agora fantasiam que a TUTELA vai ser interrompida, escondem que a ida da defasagem para a pretensa falência, retira a garantia que o desembargador assumiu perante a UNIÃO e chega de escrever e ao trabalho.

 

Sempre observando sempre a verdade, o trabalho é outro mas continha TRABALHO com a diferença de agora em um governo com a seriedade que sempre quisemos.

 

 


Thomaz Raposo APRUS

decisão 5.png